A arte do “sleeveface” – Por Camila Silva

24 04 2009

Brincadeira cria ilusão de ótica com capas de disco

 

 

“Sleeveface” é uma brincadeira em que a pessoa esconde o próprio rosto ou outras partes do corpo usando a imagem de capas de disco de vinil, criando a ilusão de uma figura única.

O sleeveface.com é o maior site com publicações do gênero. Criado por John Rostron, do país de Gales, começou com imagens feitas pelo próprio e agora conta com a colaboração de internautas do mundo inteiro. Além do site, John Rostron mantém uma página de fotos no flickr, com mais de 1.800 inscritos, e no site de relacionamentos facebook.com, com mais de 16 mil membros.

 

No fim de 2008, ainda foi lançado o livro “Sleeveface – Be the vinyl”, uma compilação com mais de 200 sleevefaces – confira alguns exemplos da criativa brincadeira:

 

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Preconceito à Flor da Pele – Por Fernando dos Santos

10 04 2009

tato

“Olha aquele cara! Cheio de tatuagens, com certeza deve ser um canalha, maloqueiro ou vagabundo!”, Quantas vezes você já deve ter ouvindo isso?

Mas a verdade é que o preconceito nunca deu certo, em nenhum aspecto… Quer me enganar que não conhece centenas de pessoas sem valor, que não possui um risco sequer em sua pele e mesmo assim não é digno de nenhuma confiança.

A tatuagem pode ser um rito de transição, uma lembrança, uma promessa, uma manifestação sentimental; Podem-se encontrar inúmeros significados para os rabiscos, desenhos ou letras, e se foi feita a escolha de tal idéia, com certeza é algo forte, pois vai te acompanhar para o resto da vida!

Mas a idéia de pré julgar alguém por ter decidido se marcar, é a idéia mais atrasada e ignorante que um ser humano pode ter, com certeza, todos se lembram que uma idéia preconceituosa matou milhares na segunda guerra mundial, ou talvez o preconceito racial e por que não preconceito sexual? A questão é que como a própria palavra diz criar um conceito antes mesmo de conhecer a pessoa, pode gerar conflitos… Quando que um pequeno detalhe na pele pode dizer quem é o individuo?

O pensamento individual é respeitado com certeza, mas não quando fere o pensamento do outro e quem pode me garantir que quem critica não tem vontade? Já dizia minha avó “Quem desdenha quer comprar”, e saibam meus caros, quem julga, um dia será julgado e talvez julgado terrivelmente pior do que julgou os outros.

Aí sim passará a entender que esse pensamento que gerou no decorrer de sua não menos insignificante vida machucou muito mais do que milhares de picadas coloridas de agulhas e se sentindo como aquele que um dia foi seu alvo, sentirá o preconceito a flor da pele.

Fernando dos Santos – Biomédico especialista em patologia clínica (análises clínicas) e microbiologia





Regulamentos “Você na WPD”

5 04 2009

notificacao

Português: Quer aparecer na WPD? Quer contribuir com um artigo? Esse é o seu momento! “Você na WPD” é a coluna especial para você nos enviar um artigo escrito! Caso você seja bem sucedido nos seus artigos, pode até tornar-se um colunista da WPD! É isso mesmo! Portanto não perca mais tempo, leia o regulamento e participe agora mesmo.

English: Wanna show up on WPD? Wanna write an article? This is your time! “Você na WPD” is a special column for you send us your article. And If you been succeed, you can even be one WPD’s columnist! Read the regulation and enjoy it right now!

Regulamento

“Você na WPD” é uma coluna destinada aos leitores que desejam contribuir com a WPD, enviando-nos seus artigos. Porém os artigos devem seguir a regulamentação:

  1. Os artigos não devem ser plagiados (copiados) de local nenhum, devendo ser de autoria do indivíduo que o mandou à WPD, sob suas próprias responsabilidades.
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  3. Se for de desejo do autor, será publicado (ou não) seu nome, e endereço eletrônico ou e-mail para contato.
  4. O artigo pode conter qualquer tipo de assunto, que não seja de caráter anti-moral, pornográfico ou contra qualquer item dos Direitos Humanos.
  5. Citações de outros textos são permitidas, desde que vindas entre aspas e que contenha a origem da mesma.
  6. O Artigo deve ser enviado para webpendrive@hotmail.com com o assunto “Você na WPD” e será analisado pelos autores do blog, caso seja aceito e publicado (ou não) o autor será notificado por e-mail no prazo mais rápido possível.
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  8. Por procedimento, antes da publicação, a WPD enviará um e-mail de confirmação de que o autor leu estes regulamentos, e que está ciente dos mesmos.
  9. Em caso de envio de artigo provindo de plágio, a WPD retirará o artigo imediatamente.
  10. Caso o autor escreva a quantia de 10 artigos, que contenham, no mínimo, 5 visualizações cada, o autor será convidado, a critério dos administradores do blog, a se tornar um colunista.




Qual é melhor, o Linux ou o Windows? – Por Tiago Ribeiro

3 04 2009

Tux o Penguin

 

Quem nunca se deparou com um amigo ou professor que falasse sobre o Linux? E quem nunca sentiu vontade de, ao menos, conhecer esse fantástico sistema operacional? Acredito, que você já deve ter se perguntado: “Por que todo mundo fala sobre esse tal Linux?”.

Acredito também, que você já teve ter ouvido um monte de coisas sobre o Linux, como por exemplo, “O Linux é mais seguro…”, ou então, “O Linux é melhor que o Windows…”, ou ainda, “O Linux é Free e eu tenho liberdade para fazer o que eu quiser com ele…”, e por aí vai.

Se você está migrando para o Linux, ou então, é novo em Informática e decidiu dar uma chance para o Pingüim, continue lendo este artigo. Estarei falando sobre o Linux e demonstrando porque o Linux é o sistema operacional que mais cresce no mundo. Sem nenhum preconceito para com a Microsoft, segue abaixo algumas comparações entre o Windows e o Linux. Quem sabe, até o final do artigo, consigamos responder a pergunta chave deste artigo: “Quem é melhor: O Linux ou o Windows?”.

Pra começar… Falaremos um pouco sobre estabilidade.

1.      Estabilidade: A estabilidade é uma das maiores virtudes do Linux. Sua arquitetura de processos é transparente e seu kernel modularizado permite rodar processos com independência. Além disso, é raro que o sistema caia. É por esse motivo que o Linux apresenta ótima aceitação em servidores que rodam aplicações com alto nível de criticidade.

Depois de muito batalhar, a Microsoft conseguiu dar ao Windows XP um alto nível de estabilidade e confiabilidade. Já, o Windows Vista, chegou para superar este padrão. A nova versão trouxe novos recursos de auto-reparo e monitores de desempenho. Contudo, o Windows Vista, não caiu no agrado do povo (quando o assunto é Windows, não troco meu XP SP3 por nada), motivo este ao qual a Microsoft corre para lançar o Windows 7, sua nova promessa.

 

2.      Uso de processamento e memória: O Linux foi projetado para fazer uso inteligente dos recursos de qualquer máquina, funcionando tanto em máquinas com vários gigabytes de memória como em celulares com poucos kilobytes de capacidade. Para se ter uma idéia, é muito comum encontrar servidores de Internet rodando em computadores do tipo 486.

Já, o Windows Vista permite que programas de uso mais freqüentes sejam abertos mais rapidamente. Também é possível aumentar o desempenho do computador adicionando uma memória flash na porta USB. Mas, o Windows Vista consome muito recurso da máquina, exigindo que se tenha uma máquina razoavelmente potente.

 

3.      Usabilidade e ambiente gráfico: Durante um bom tempo, o ambiente gráfico era um entrave na aceitação do Linux. Atualmente, estima-se que existam para o Linux, cerca de 50 projetos de ambiente gráfico. Mas, o KDE e o GNOME são os destaques, pois são personalizáveis, bonitos, e possuem uma boa gama de softwares complementares. Algumas distribuições como Ubuntu e Mandriva, apresentam uma interface bastante amigável e com ótima usabilidade, não perdendo em nada para o Windows.

No caso do Windows Vista, a nova interface melhora o acesso e a visualização das informações, ao mesmo tempo em que mantém os comandos e usabilidade das versões anteriores do Windows. Contudo, é necessário ter uma boa quantidade de memória e uma placa de vídeo robusta para que se possa ter acesso aos efeitos que o Vista dispõe.

 

4.      Custo para o usuário final: O Linux é sempre mais barato à versão proprietária equivalente, pois o desenvolvimento colaborativo distribui os custos. O usuário final pode, então, desfrutar de um sistema tão completo quanto qualquer outro.

Para o Vista, os preços mudam de acordo com as versões para usuário final, variando de R$ 300,00 a R$ 800,00.

 

Estes são apenas alguns pontos e fatores característicos sobre o Linux e Windows. Muitos outros fatores poderiam ser abordados, mas teríamos que destinar esse blog só para falarmos, exclusivamente, sobre este assunto. O que não é viável.

E então, qual é sua opinião? Você prefere o Linux ou o Windows? Particularmente, gosto muito do Linux, e acredito que ele possa melhorar muito mais. Mas, creio que a resposta para tal pergunta é aquela palavrinha clássica: “Depende”. Isso porque, em algumas situações o Windows será mais bem aceito, em outras, o Linux poderá suprir todas as expectativas de seus usuários e apresentar-se como uma melhor opção para aquela aplicação, e assim por diante. 

 

Escrito por: Tiago Ribeiro Carneiro, formado em Sistemas de Informação, pós-graduando em MBA – Gestão em Segurança da Informação e Mestrando em Engenharia Elétrica pela USP – São Carlos. Atualmente, leciona na Escola Técnica Estadual de Fernandópolis (Centro Paula Souza) nos cursos de Informática e Web Design, além de lecionar no curso superior de Sistemas de Informação da FEF – Fundação Educacional de Fernandópolis.








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